Postado por Attman
Chris Harman
Um argumento muito utilizado pelos defensores do capitalismo para tentar desacreditar o socialismo é o de que este destruiria a individualidade e reduziria tudo a uma conformidade sombria . E, por tabela , tentam passar a idéia de que o capitalismo proporciona para as pessoas vidas variadas e excitantes .
Nada poderia ser mais distante da verdade . O capitalismo proclama a individualidade como uma das suas virtudes mais elevadas. Fala-se de " liberdade de escolha ", de se poder comprar qualquer produto desejado.
Isto é uma ilusão . A escolha que nos é oferecida é comprar os produtos semelhantes das multinacionais que dominam o mundo - McDonald ou Burguer King, Levi´s ou Wrangler, Pepsi ou Coca-cola. As ruas principais de quase todas as cidades médias são praticamente idênticas entre si , oferecendo os mesmos bens de consumo .
A maioria das pessoas usam roupas parecidas, comem comidas semelhantes , fazem compras nos mesmos lugares , dirigem carros praticamente idênticos , e vivem em casas ou apartamentos semelhantes . Este é um processo que está acontecendo no mundo todo , com o crescente controle das corporações globais . Também se baseia em quanta " liberdade de escolha " as pessoas dispõem para comprar . A individualidade está reservada para muitas poucas pessoas - a minoria que possui e dirige as enormes empresas que dominam a economia . Dos demais espera-se que trabalhem para essas empresas , realizando trabalhos monótonos em linhas de montagem ou escritórios , dos quais se exclui o máximo possível de individualidade .
De fato , o capitalismo só poderia desenvolver-se, em primeiro lugar , destruindo deliberadamente a individualidade de seus trabalhadores . Quando as primeiras fábricas se desenvolveram na Inglaterra, a classe capitalista teve a intenção de “ igualar ” ao máximo os seus trabalhadores . Eles eram forçados a considerar o trabalho como o único objetivo de suas vidas , a sacrificar os seus pequenos prazeres pessoais ao trabalho interminável .
No capitalismo moderno este processo foi levado a cabo com maior intensidade . Nas escolas o que importa não é como uma criança aprende a desenvolver as suas capacidades individuais .
Ao invés disso, as crianças são medidas , uma contra a outra , em exames e provas cada vez mais numerosos . Esses exames sempre são prestados com base em uma única escala , como se os seres humanos não fossem diferentes de batatas , só diferindo no peso .
O que é interessante é que os oponentes mais francos da uniformidade “ socialista ” são normalmente as mesmas pessoas que insistem para que as crianças vistam o mesmo uniforme escolar e tenham o mesmo comportamento “ disciplinado ”. Nas fábricas empregam-se pessoas especialmente destinadas para assegurar que as pessoas realizem seus trabalhos de modo eficaz e apóiem política da empresa .
Recursos volumosos tem sido investidos para desenvolver falsas ciências de mensuração de trabalho e relações industriais , em um esforço para destruir mais ainda a individualidade dos trabalhadores .
As coisas não são diferentes para a maioria das pessoas das classes médias . O leitor típico do “ Jornal da Tarde ” pode se enfurecer sobre a necessidade de proteger o indivíduo , mas é provável que o seu estilo de vida seja idêntico ao de centenas de milhares de outras pessoas , vivendo em casas suburbanas semelhantes , expressando as mesmas idéias , trabalhando em escritórios semelhantes , e indo ao trabalho em carros , ônibus ou trens quase iguais . Se a monotonia e a uniformidade caracterizam o capitalismo , como as pessoas adquiriram a idéia de que sejam características do socialismo ?
Um processo de estrangulamento do desenvolvimento individual marcou os países que se reivindicavam socialistas , como a União soviética ou a China. A imagem popular do socialismo como um regime onde todos usam roupas semelhantes vem das práticas dos regimes stalinistas antidemocráticos . E isso não porque esses países tenham sido ou sejam socialistas . Eles nunca o foram.
Mas é porque os grupos burocráticos dominantes que dirigiram essas sociedades tentaram fazer o mesmo que os capitalistas fizeram no Ocidente . Quiseram desenvolver as suas economias o mais rapidamente possível , sujeitando os padrões de vida dos trabalhadores a esse imperativo , para que assim pudessem competir com o Ocidente e também entre si . A verdadeira individualidade , o desenvolvimento pleno e completo das capacidades distintas do indivíduo , só será possível em um tipo de sociedade completamente diferente .
Teria que ser um mundo no qual o indivíduo e a sociedade já não seriam opostos um ao outro . As pessoas já não competiriam entre si , e não estariam sob a pressão de trabalhar mais e mais .
O mundo moderno cria uma enorme quantidade de riqueza , mas está perdido na competição cega entre empresas e estados rivais . Nas suas tentativas de vencer essa competição, essas empresas e estados exigem controles cada vez mais rígidos e maior exploração sobre os trabalhadores .
A verdadeira individualidade humana só será possível quando os trabalhadores se unirem internacionalmente , quando utilizarem o seu poder coletivo para destruir as classes capitalistas e reorganizar a sociedade de forma que ela se baseie na satisfação das necessidades humanas, e não sobre as demandas da competição capitalista .
FONTE: REVOLUTAS
SITE: http://www.revolutas.net
domingo, 10 de outubro de 2010
ESPECIAL: Aos 70 anos do assassinato de Leon Trotsky
Postado por Attman
HENRIQUE CANARY
de São Paulo (SP
• Liev Davidovich Bronstein nasceu no dia 26 de outubro de 1879 (mesmo dia em que, 38 anos depois, seria vitoriosa a insurreição de Outubro) no vilarejo ucraniano de Yanovka, Império Russo. Judeu, filho de camponeses médios, aderiu ao marxismo aos 19 anos, passando a reunir os operários da região em uma organização político-sindical ligada à social-democracia da época e denominada “União Operária do Sul da Rússia”.
Trotsky (pseudônimo emprestado de seu carcereiro em 1902) passou por três longos exílios fora da Rússia (1902-1905, 1907-1917 e 1927-1940), mas também participou de três revoluções (1905, Fevereiro de 1917 e Outubro de 1917). Foi por duas vezes presidente do Soviete de Petrogrado (1905 e 1917). Trabalhou como correspondente em duas guerras: nos Balcãs em 1910 e durante a 1ª Guerra Mundial em 1914. Membro do Comitê Militar Revolucionário durante a insurreição de Outubro de 1917, dirigiu os operativos que levaram os bolcheviques ao poder. Depois da vitória da insurreição, assumiu o Comissariado do Povo para Assuntos Estrangeiros e esteve à frente das negociações sobre a paz com a Alemanha em Brest-Litovsky em 1918.
Formou e dirigiu o Exército Vermelho, cujo contingente chegou a cinco milhões de homens e mulheres em 1920. Venceu 14 exércitos estrangeiros durante a Guerra Civil. Depois de 1921, se dedicou às questões econômicas do jovem Estado Operário. Inspirou, junto com Lenin, a formação da III Internacional, redigindo seus principais documentos e declarações. Após a morte de Lenin, travou uma batalha sem trincheiras contra a burocratização do Estado Soviético e a degeneração do Partido Bolchevique pelo stalinismo. Expulso da URSS em 1927 por denunciar o curso anti-proletário da burocracia do Kremlin, Trotsky percorreu o mundo durante 10 anos em busca de asilo, até seu pedido ser aceito pelo governo mexicano em 1937. Morreu assassinado por um agente stalinista em agosto de 1940.
Trotsky era um homem de ação, mas não de ação sem verdade. Para ele a atividade prática revolucionária era inseparável do estudo e do trabalho intelectual. Aos 26 anos, em base à experiência da revolução de 1905, formulou a Teoria da Revolução Permanente, onde previa de maneira brilhante que, numa Rússia atrasada e semi-feudal, somente a classe operária seria capaz de cumprir as tarefas que historicamente teriam cabido à burguesia. Doze anos depois seus prognósticos se cumpririam de maneira categórica.
Mas seu trabalho teórico mais importante é, sem a menor sombra de dúvidas, "A Revolução Traída" de 1936. Nele Trotsky analisa o processo de burocratização da URSS e do Partido Bolchevique e sentencia: ou a classe operária soviética, sob a direção de um partido revolucionário, fará uma revolução política, que limpe dos sovietes e do Estado Operário a burocracia parasitária, ou o capitalismo será restaurado na Rússia. Cinquenta anos depois, a restauração do capitalismo em absolutamente todos os países de economia planificada confirmou de maneira dramática a previsão de Trotsky.
Trotsky possui uma vasta obra sobre uma infinidades de temas. Escreveu sobre literatura, psicologia, opressão da mulher, moral e muitos outros temas. Analisou e nos deixou valorosas lições sobre cada um dos processo revolucionários que presenciou: a revolução alemã de 1923, a revolução chinesa de 1927, a revolução espanhola de 1931-1937 e a II Guerra Mundial. Nos deixou ainda duas obras belíssimas de inestimável valor histórico e literário: "A História da Revolução Russa" e "Minha Vida", sua autobiografia.
Esse homem, cujo nome está gravado para sempre na história do século XX, via como seu maior feito não a vitória da Revolução de Outubro, nem a formação do Exército Vermelho ou a construção da III Internacional, mas sim o fato de ter dado a batalha pela continuidade da tradição marxista através da fundação da IV Internacional em 1938. Trotsky costumava dizer que se ele não estivesse presente em outubro de 1917 em Petrogrado, Lenin ainda assim teria garantido a vitória da insurreição. O mesmo teria acontecido com a Guerra Civil e a III Internacional. Mas a construção da IV Internacional era uma tarefa que somente ele poderia cumprir, uma vez que Lenin já havia morrido. Sem a construção de uma nova Internacional, a tradição marxista e proletária se perderia para sempre, fruto da degeneração da III Internacional.
As duras condições em que a IV Internacional se construiu tornavam sua fundação ainda mais necessária. O stalinismo havia triunfado na URSS e o nazismo chegado ao poder na Alemanha. Era preciso formar uma Internacional capaz de continuar, assim que as condições o permitissem, a luta de Marx, Engels, Lenin, Rosa e do próprio Trotsky.
Trotsky era de estatura média, tinha cabelos negros e encaracolados, grandes olhos azuis, voz metálica e fala rápida. Ao discursar, gesticulava rica e elegantemente. Trabalhou com Lenin na equipe de redação do Iskra em Londres em 1902. Depois da cisão entre bolcheviques e mencheviques em 1903 se afastou de Lenin por vários anos. Nunca foi, no entanto, menchevique. Tinha poucos amigos íntimos dentro do Partido, mas com aqueles que eram seus amigos, conservava estreitos laços.
Da maioria dos dirigentes, no entanto, guardava certa distância. Mesmo sua relação com Lenin nunca foi de proximidade pessoal. Teve quatro filhos de dois casamentos. Todos morreram antes dele, dois dos quais pelas mãos diretas do stalinismo. Conheceu a mais absoluta glória e o mais terrível fracasso. Nunca encarou, no entanto, nem um nem outro, desde um ponto de vista pessoal. Para Trotsky, sua sorte era a sorte do proletariado em luta, suas glórias e fracassos eram as glórias e fracassos da classe operária mundial e portanto, de caráter essencialmente político.
Depois de ser atingido na cabeça com um golpe de picareta por Ramon Mercader, agente da GPU, a polícia política stalinista, Trotsky ainda lutou contra a morte por 22 horas e veio a óbito às 19:25 do dia 21 de agosto de 1940. A necrópsia realizada revelou um cérebro e um coração "de dimensões incomuns", segundo o relato do legista. No dia 27 de agosto o corpo de Trotsky foi cremado e as cinzas depositadas em um túmulo especialmente construído no fundo do quintal de sua casa em Coyoacán. "Que o fogo queime tudo o que se decompõe", determinou Trotsky antes de morrer. Sobre o túmulo, foi colocada uma grande pedra branca com a foice e o martelo talhados em baixo-relevo.
No hospital, antes de perder definitivamente a consciência, Trotsky pediu a seu secretário que registrasse sua última mensagem: “Estou próximo da morte pelo golpe de um assassino político. Ele me atingiu em minha sala, lutei com ele... nós entramos... ele me atingiu... por favor, diga a nossos amigos... estou confiante... na vitória... da IV Internacional... adiante!”.
Aos 70 anos de seu assassinato, as idéias de Trotsky permanecem vivas na luta e na organização da classe operária mundial. Trotsky morreu. Viva Trotsky!
[ 19/8/2010
HENRIQUE CANARY
de São Paulo (SP
• Liev Davidovich Bronstein nasceu no dia 26 de outubro de 1879 (mesmo dia em que, 38 anos depois, seria vitoriosa a insurreição de Outubro) no vilarejo ucraniano de Yanovka, Império Russo. Judeu, filho de camponeses médios, aderiu ao marxismo aos 19 anos, passando a reunir os operários da região em uma organização político-sindical ligada à social-democracia da época e denominada “União Operária do Sul da Rússia”.
Trotsky (pseudônimo emprestado de seu carcereiro em 1902) passou por três longos exílios fora da Rússia (1902-1905, 1907-1917 e 1927-1940), mas também participou de três revoluções (1905, Fevereiro de 1917 e Outubro de 1917). Foi por duas vezes presidente do Soviete de Petrogrado (1905 e 1917). Trabalhou como correspondente em duas guerras: nos Balcãs em 1910 e durante a 1ª Guerra Mundial em 1914. Membro do Comitê Militar Revolucionário durante a insurreição de Outubro de 1917, dirigiu os operativos que levaram os bolcheviques ao poder. Depois da vitória da insurreição, assumiu o Comissariado do Povo para Assuntos Estrangeiros e esteve à frente das negociações sobre a paz com a Alemanha em Brest-Litovsky em 1918.
Formou e dirigiu o Exército Vermelho, cujo contingente chegou a cinco milhões de homens e mulheres em 1920. Venceu 14 exércitos estrangeiros durante a Guerra Civil. Depois de 1921, se dedicou às questões econômicas do jovem Estado Operário. Inspirou, junto com Lenin, a formação da III Internacional, redigindo seus principais documentos e declarações. Após a morte de Lenin, travou uma batalha sem trincheiras contra a burocratização do Estado Soviético e a degeneração do Partido Bolchevique pelo stalinismo. Expulso da URSS em 1927 por denunciar o curso anti-proletário da burocracia do Kremlin, Trotsky percorreu o mundo durante 10 anos em busca de asilo, até seu pedido ser aceito pelo governo mexicano em 1937. Morreu assassinado por um agente stalinista em agosto de 1940.
Trotsky era um homem de ação, mas não de ação sem verdade. Para ele a atividade prática revolucionária era inseparável do estudo e do trabalho intelectual. Aos 26 anos, em base à experiência da revolução de 1905, formulou a Teoria da Revolução Permanente, onde previa de maneira brilhante que, numa Rússia atrasada e semi-feudal, somente a classe operária seria capaz de cumprir as tarefas que historicamente teriam cabido à burguesia. Doze anos depois seus prognósticos se cumpririam de maneira categórica.
Mas seu trabalho teórico mais importante é, sem a menor sombra de dúvidas, "A Revolução Traída" de 1936. Nele Trotsky analisa o processo de burocratização da URSS e do Partido Bolchevique e sentencia: ou a classe operária soviética, sob a direção de um partido revolucionário, fará uma revolução política, que limpe dos sovietes e do Estado Operário a burocracia parasitária, ou o capitalismo será restaurado na Rússia. Cinquenta anos depois, a restauração do capitalismo em absolutamente todos os países de economia planificada confirmou de maneira dramática a previsão de Trotsky.
Trotsky possui uma vasta obra sobre uma infinidades de temas. Escreveu sobre literatura, psicologia, opressão da mulher, moral e muitos outros temas. Analisou e nos deixou valorosas lições sobre cada um dos processo revolucionários que presenciou: a revolução alemã de 1923, a revolução chinesa de 1927, a revolução espanhola de 1931-1937 e a II Guerra Mundial. Nos deixou ainda duas obras belíssimas de inestimável valor histórico e literário: "A História da Revolução Russa" e "Minha Vida", sua autobiografia.
Esse homem, cujo nome está gravado para sempre na história do século XX, via como seu maior feito não a vitória da Revolução de Outubro, nem a formação do Exército Vermelho ou a construção da III Internacional, mas sim o fato de ter dado a batalha pela continuidade da tradição marxista através da fundação da IV Internacional em 1938. Trotsky costumava dizer que se ele não estivesse presente em outubro de 1917 em Petrogrado, Lenin ainda assim teria garantido a vitória da insurreição. O mesmo teria acontecido com a Guerra Civil e a III Internacional. Mas a construção da IV Internacional era uma tarefa que somente ele poderia cumprir, uma vez que Lenin já havia morrido. Sem a construção de uma nova Internacional, a tradição marxista e proletária se perderia para sempre, fruto da degeneração da III Internacional.
As duras condições em que a IV Internacional se construiu tornavam sua fundação ainda mais necessária. O stalinismo havia triunfado na URSS e o nazismo chegado ao poder na Alemanha. Era preciso formar uma Internacional capaz de continuar, assim que as condições o permitissem, a luta de Marx, Engels, Lenin, Rosa e do próprio Trotsky.
Trotsky era de estatura média, tinha cabelos negros e encaracolados, grandes olhos azuis, voz metálica e fala rápida. Ao discursar, gesticulava rica e elegantemente. Trabalhou com Lenin na equipe de redação do Iskra em Londres em 1902. Depois da cisão entre bolcheviques e mencheviques em 1903 se afastou de Lenin por vários anos. Nunca foi, no entanto, menchevique. Tinha poucos amigos íntimos dentro do Partido, mas com aqueles que eram seus amigos, conservava estreitos laços.
Da maioria dos dirigentes, no entanto, guardava certa distância. Mesmo sua relação com Lenin nunca foi de proximidade pessoal. Teve quatro filhos de dois casamentos. Todos morreram antes dele, dois dos quais pelas mãos diretas do stalinismo. Conheceu a mais absoluta glória e o mais terrível fracasso. Nunca encarou, no entanto, nem um nem outro, desde um ponto de vista pessoal. Para Trotsky, sua sorte era a sorte do proletariado em luta, suas glórias e fracassos eram as glórias e fracassos da classe operária mundial e portanto, de caráter essencialmente político.
Depois de ser atingido na cabeça com um golpe de picareta por Ramon Mercader, agente da GPU, a polícia política stalinista, Trotsky ainda lutou contra a morte por 22 horas e veio a óbito às 19:25 do dia 21 de agosto de 1940. A necrópsia realizada revelou um cérebro e um coração "de dimensões incomuns", segundo o relato do legista. No dia 27 de agosto o corpo de Trotsky foi cremado e as cinzas depositadas em um túmulo especialmente construído no fundo do quintal de sua casa em Coyoacán. "Que o fogo queime tudo o que se decompõe", determinou Trotsky antes de morrer. Sobre o túmulo, foi colocada uma grande pedra branca com a foice e o martelo talhados em baixo-relevo.
No hospital, antes de perder definitivamente a consciência, Trotsky pediu a seu secretário que registrasse sua última mensagem: “Estou próximo da morte pelo golpe de um assassino político. Ele me atingiu em minha sala, lutei com ele... nós entramos... ele me atingiu... por favor, diga a nossos amigos... estou confiante... na vitória... da IV Internacional... adiante!”.
Aos 70 anos de seu assassinato, as idéias de Trotsky permanecem vivas na luta e na organização da classe operária mundial. Trotsky morreu. Viva Trotsky!
[ 19/8/2010
Eu tive um sonho
Postado por Kamadon
Tenho muitos sonhos:
de estar um buscador de e para evolução
de estar aprendendo
de estar aprendendo a desaprender
de estar vislumbrando despertares
de estar uma peça medianeira entre as polidemençoes
de perceber o maior carinho e fé em mim e nas pessoas
de estar reconhecendo a FUGA, de muitos de mim em nome da VERDADEIRA FELICIDADE
mas..............sempre abro meus sensores e percebo, não passa de vãs atitudes, substanciadas no medo
Louvados sejam a todos os buscadores de mim.
SOU O QUE SOU MEU BOM DEUS QUE SERÁ!
Tenho muitos sonhos:
de estar um buscador de e para evolução
de estar aprendendo
de estar aprendendo a desaprender
de estar vislumbrando despertares
de estar uma peça medianeira entre as polidemençoes
de perceber o maior carinho e fé em mim e nas pessoas
de estar reconhecendo a FUGA, de muitos de mim em nome da VERDADEIRA FELICIDADE
mas..............sempre abro meus sensores e percebo, não passa de vãs atitudes, substanciadas no medo
Louvados sejam a todos os buscadores de mim.
SOU O QUE SOU MEU BOM DEUS QUE SERÁ!
Pensamento do dia 10 de outubro
Postado por Kamadon
"Vocês só saberão o quanto a vida pode se tornar rica e plena se pensarem em
harmonizá-la com a vida divina. Pouco a pouco, todo o saber e todas as
virtudes celestes virão estabelecer-se em vocês.
A vida... Nada é mais importante do que a vida, pois ela contém em germe
todas as possibilidades de desenvolvimento. Por exemplo: eis aqui um homem
dotado dos maiores talentos, mas se ele desmaiasse, é como se não houvesse
mais nada. Reanimem-no, e ele reencontrará todas as suas capacidades. Do
mesmo modo, cada um pode se esforçar para desenvolver os seus dons, mas se a
pessoa não se preocupa primeiro em preservar a vida dentro de si, perderá
tudo. Infelizmente, nunca é a vida que as pessoas acham que é. Elas querem
obter um prazer qualquer, e para obtê-lo não só desperdiçam a própria vida,
que é o seu bem mais precioso, como também cortam a ligação com a vida
divina. Esse é o modo mais seguro de levar à morte, primeiro à morte
espiritual, e depois à morte física."
"Vocês só saberão o quanto a vida pode se tornar rica e plena se pensarem em
harmonizá-la com a vida divina. Pouco a pouco, todo o saber e todas as
virtudes celestes virão estabelecer-se em vocês.
A vida... Nada é mais importante do que a vida, pois ela contém em germe
todas as possibilidades de desenvolvimento. Por exemplo: eis aqui um homem
dotado dos maiores talentos, mas se ele desmaiasse, é como se não houvesse
mais nada. Reanimem-no, e ele reencontrará todas as suas capacidades. Do
mesmo modo, cada um pode se esforçar para desenvolver os seus dons, mas se a
pessoa não se preocupa primeiro em preservar a vida dentro de si, perderá
tudo. Infelizmente, nunca é a vida que as pessoas acham que é. Elas querem
obter um prazer qualquer, e para obtê-lo não só desperdiçam a própria vida,
que é o seu bem mais precioso, como também cortam a ligação com a vida
divina. Esse é o modo mais seguro de levar à morte, primeiro à morte
espiritual, e depois à morte física."
domingo, 26 de setembro de 2010
"Amor materno e filial"
Postado por Kamadon
Retirado do Estudo de ‘O Livro dos Espíritos’
890. Será uma virtude o amor materno, ou um sentimento instintivo, comum aos homens e aos animais? “Uma e outra coisa. A Natureza deu à mãe o amor a seus filhos no interesse da conservação deles. No animal, porém, esse amor se limita às necessidades materiais; cessa quando desnecessários se tornam os cuidados. No homem, persiste pela vida inteira e comporta um devotamento e uma abnegação que são virtudes. Sobrevive mesmo à morte e acompanha o filho até no além túmulo. Bem vedes que há nele coisa diversa do que há no amor animal” (205-385).
Abnegação é uma virtude., mas o que é abnegar?
Participante: Doar a razão, abrir mão...
Exato. Então a abnegação é uma virtude porque quem abre mão de pensar em si mesmo está exercendo o amor ao próximo. Mas, o problema é que as mães terrestres não pensam no filho quando, aparentemente, abnegam as coisas da vida material, mas em si mesmas.
Por exemplo. Muitas mães deixam de adquirir coisas materiais para, por exemplo, pagarem o estudo dos filhos. Aparentemente está aí um grande ato de abnegação, mas isto não é realidade.
Primeiro porque a mãe está fazendo o que ela quer (deixando de comprar para pagar a escola). Para que houvesse abnegação precisaria haver o libertar-se de alguma coisa, abrir mão de algo. A mãe que faz isso não está abrindo mão daquilo que é mais importante para ela: sua vontade de ver o filho formado.
Mesmo que considerássemos o ato de não adquirir como abnegação, esta mãe ainda pode estar presa em si mesmo, fazendo para si. Será que ela perguntou ao filho se ele quer se formar em alguma coisa? Ou ainda, será que ela perguntou se o filho quer seguir aquela determinada carreira?
Na verdade, as mães não dão estas opções aos filhos. Querem que eles vivam aquilo que elas imaginam ser o ‘melhor’, o ‘certo’, para eles. Buscam sempre programar os filhos à imagem e semelhança dos seus desejos.
Isso para mim não é abnegação, mas despotismo. A mãe abnegaria dos seus desejos se desse ao seu filho o direito de ser e fazer aquilo que ele queira, mesmo que isso fira os seus desejos individuais.
‘Meu filho será medico porque eu gosto muito dessa carreira’; ‘milha filha tem que escolher coisa melhor para casar do que aquele garoto’; ‘você não vai dar este desgosto para sua mãe...’. Estas não são atitudes de abnegação, mas de imposição de suas vontades sobre o próximo.
Mas elas não são ‘erradas’. Como já aprendemos, tudo que surge à mente como fruto do ego é uma provação para o espírito. Sendo assim, estes pensamentos existem para que o espírito que está vivendo o papel de mãe possa abrir mão de suas vontades e amar incondicionalmente aquele que está vivendo como seu filho.
É isso que o Espírito da Verdade ensina quando diz: ‘Bem vedes que há nele coisa diversa do que há no amor animal’. No instinto que os seres humanizados chamam de amor maternal há uma provação de doação, de abnegação, que não existe no animal e que, muitas vezes, não é vencida justamente em nome daquilo que os seres humanizados chamam de ‘amor’.
Sendo assim, podemos concluir que o espírito encarnado como ser humano tem um tipo de amor maternal e aquele que está vivendo como animal tem outro.
891. Estando em a Natureza o amor materno, como é que há mães que odeiam os filhos e, não raro, desde a infância destes? ‘Às vezes, é uma prova que o Espírito do filho escolheu, ou uma expiação, se aconteceu ter sido mau pai, ou mãe perversa, ou mau filho noutra existência (392). Em todos os casos, a mãe má não pode deixar de ser animada por um mau Espírito que procura criar embaraços ao filho, a fim de que sucumba na prova que buscou. Mas, essa violação das leis da Natureza não ficará impune e o Espírito do filho será recompensado pelos obstáculos de que haja triunfado’.
Baseado, então, na resposta do Espírito da Verdade não há mãe que seja ‘má’ ou ‘perversa’ inocentemente. O que existe são mães que estão de acordo com a necessidade do filho. Não existem, portanto, mães que façam maldades para os filhos, mas as que criam os carmas necessários para a vida daqueles seres.
Certamente alguém me diria: ‘Mas, Joaquim, o Espírito da Verdade também disse que a mãe não ficará impune pela maldade que praticar’. Eu responderia a essa ‘pessoa’: e daí?
Quem tem que saber se aquela ‘pessoa’ agiu com intenções individualistas (maldade) é Deus e não você. Ninguém lhe deu procuração para julgar os outros....
Se o espírito que está vivendo o papel de mãe sucumbir durante a encarnação pensando mais em si do que no próximo, ‘receberá’ (gerará o carma) de acordo com o seu merecimento. Mas, quem determina o que cada um merece é Deus, pois como Cristo ensinou, só Ele conhece o íntimo das pessoas.
Você não pode julgar ninguém. Lembre-se que, como também ensina o Espírito da Verdade nesta resposta, você será recompensado pelos obstáculos que houver triunfado e não pelo simples fato de estar exposto ao individualismo alheio.
Sendo assim quando você critica, xinga ou difama a mãe que é instrumento dos carmas dos outros ou dos seus, não está suplantando o maior obstáculo que precisa ser vencido por qualquer espírito encarnado: o falso poder de determinar o que é ‘certo’ ou ‘errado’.
Portanto, fica aqui uma grande lição: não importa o que uma pessoa faça à outra, ela está agindo como instrumento do gênero de provação que aquele espírito pediu para esta existência.
Esta deve ser a única compreensão que cada espírito encarnado precisa atingir, não importa o que tenha acontecido. Agora, o que provocará carmaticamente para o agente aquela situação, isso é entre Deus e ele e você não deve se intrometer.
892. Quando os filhos causam desgostos aos pais, não têm estes desculpa para o fato de lhes não dispensarem a ternura de que os fariam objeto, em caso contrário? ‘Não, porque isso representa um encargo que lhes é confiado e a missão deles consiste em se esforçarem por encaminhar os filhos para o bem (582-583). Demais, esses desgostos são, amiúde, a conseqüência do mau feitio que os pais deixaram que seus filhos tomassem desde o berço. Colhem o que semearam’.
Se não existe mãe (pai) ‘mal’, também não existe filho ‘ruim’ ou ‘errado’. O que há em todos os casos são espíritos que possuem uma personalidade específica e que interagem com determinados outros seres de acordo com a regência do carma de cada um.
Dessa forma, dentro do núcleo família da ilusão da materialidade cada um dos membros tem a sua personalidade pré-determinada que jamais será alterada. O ‘choque’ entre estas personalidades que acontece durante a encarnação como decorrência das diferenças existentes entre elas é pré-combinado ainda na erraticidade e serve como prova para todos os envolvidos.
Retirado do Estudo de ‘O Livro dos Espíritos’
890. Será uma virtude o amor materno, ou um sentimento instintivo, comum aos homens e aos animais? “Uma e outra coisa. A Natureza deu à mãe o amor a seus filhos no interesse da conservação deles. No animal, porém, esse amor se limita às necessidades materiais; cessa quando desnecessários se tornam os cuidados. No homem, persiste pela vida inteira e comporta um devotamento e uma abnegação que são virtudes. Sobrevive mesmo à morte e acompanha o filho até no além túmulo. Bem vedes que há nele coisa diversa do que há no amor animal” (205-385).
Abnegação é uma virtude., mas o que é abnegar?
Participante: Doar a razão, abrir mão...
Exato. Então a abnegação é uma virtude porque quem abre mão de pensar em si mesmo está exercendo o amor ao próximo. Mas, o problema é que as mães terrestres não pensam no filho quando, aparentemente, abnegam as coisas da vida material, mas em si mesmas.
Por exemplo. Muitas mães deixam de adquirir coisas materiais para, por exemplo, pagarem o estudo dos filhos. Aparentemente está aí um grande ato de abnegação, mas isto não é realidade.
Primeiro porque a mãe está fazendo o que ela quer (deixando de comprar para pagar a escola). Para que houvesse abnegação precisaria haver o libertar-se de alguma coisa, abrir mão de algo. A mãe que faz isso não está abrindo mão daquilo que é mais importante para ela: sua vontade de ver o filho formado.
Mesmo que considerássemos o ato de não adquirir como abnegação, esta mãe ainda pode estar presa em si mesmo, fazendo para si. Será que ela perguntou ao filho se ele quer se formar em alguma coisa? Ou ainda, será que ela perguntou se o filho quer seguir aquela determinada carreira?
Na verdade, as mães não dão estas opções aos filhos. Querem que eles vivam aquilo que elas imaginam ser o ‘melhor’, o ‘certo’, para eles. Buscam sempre programar os filhos à imagem e semelhança dos seus desejos.
Isso para mim não é abnegação, mas despotismo. A mãe abnegaria dos seus desejos se desse ao seu filho o direito de ser e fazer aquilo que ele queira, mesmo que isso fira os seus desejos individuais.
‘Meu filho será medico porque eu gosto muito dessa carreira’; ‘milha filha tem que escolher coisa melhor para casar do que aquele garoto’; ‘você não vai dar este desgosto para sua mãe...’. Estas não são atitudes de abnegação, mas de imposição de suas vontades sobre o próximo.
Mas elas não são ‘erradas’. Como já aprendemos, tudo que surge à mente como fruto do ego é uma provação para o espírito. Sendo assim, estes pensamentos existem para que o espírito que está vivendo o papel de mãe possa abrir mão de suas vontades e amar incondicionalmente aquele que está vivendo como seu filho.
É isso que o Espírito da Verdade ensina quando diz: ‘Bem vedes que há nele coisa diversa do que há no amor animal’. No instinto que os seres humanizados chamam de amor maternal há uma provação de doação, de abnegação, que não existe no animal e que, muitas vezes, não é vencida justamente em nome daquilo que os seres humanizados chamam de ‘amor’.
Sendo assim, podemos concluir que o espírito encarnado como ser humano tem um tipo de amor maternal e aquele que está vivendo como animal tem outro.
891. Estando em a Natureza o amor materno, como é que há mães que odeiam os filhos e, não raro, desde a infância destes? ‘Às vezes, é uma prova que o Espírito do filho escolheu, ou uma expiação, se aconteceu ter sido mau pai, ou mãe perversa, ou mau filho noutra existência (392). Em todos os casos, a mãe má não pode deixar de ser animada por um mau Espírito que procura criar embaraços ao filho, a fim de que sucumba na prova que buscou. Mas, essa violação das leis da Natureza não ficará impune e o Espírito do filho será recompensado pelos obstáculos de que haja triunfado’.
Baseado, então, na resposta do Espírito da Verdade não há mãe que seja ‘má’ ou ‘perversa’ inocentemente. O que existe são mães que estão de acordo com a necessidade do filho. Não existem, portanto, mães que façam maldades para os filhos, mas as que criam os carmas necessários para a vida daqueles seres.
Certamente alguém me diria: ‘Mas, Joaquim, o Espírito da Verdade também disse que a mãe não ficará impune pela maldade que praticar’. Eu responderia a essa ‘pessoa’: e daí?
Quem tem que saber se aquela ‘pessoa’ agiu com intenções individualistas (maldade) é Deus e não você. Ninguém lhe deu procuração para julgar os outros....
Se o espírito que está vivendo o papel de mãe sucumbir durante a encarnação pensando mais em si do que no próximo, ‘receberá’ (gerará o carma) de acordo com o seu merecimento. Mas, quem determina o que cada um merece é Deus, pois como Cristo ensinou, só Ele conhece o íntimo das pessoas.
Você não pode julgar ninguém. Lembre-se que, como também ensina o Espírito da Verdade nesta resposta, você será recompensado pelos obstáculos que houver triunfado e não pelo simples fato de estar exposto ao individualismo alheio.
Sendo assim quando você critica, xinga ou difama a mãe que é instrumento dos carmas dos outros ou dos seus, não está suplantando o maior obstáculo que precisa ser vencido por qualquer espírito encarnado: o falso poder de determinar o que é ‘certo’ ou ‘errado’.
Portanto, fica aqui uma grande lição: não importa o que uma pessoa faça à outra, ela está agindo como instrumento do gênero de provação que aquele espírito pediu para esta existência.
Esta deve ser a única compreensão que cada espírito encarnado precisa atingir, não importa o que tenha acontecido. Agora, o que provocará carmaticamente para o agente aquela situação, isso é entre Deus e ele e você não deve se intrometer.
892. Quando os filhos causam desgostos aos pais, não têm estes desculpa para o fato de lhes não dispensarem a ternura de que os fariam objeto, em caso contrário? ‘Não, porque isso representa um encargo que lhes é confiado e a missão deles consiste em se esforçarem por encaminhar os filhos para o bem (582-583). Demais, esses desgostos são, amiúde, a conseqüência do mau feitio que os pais deixaram que seus filhos tomassem desde o berço. Colhem o que semearam’.
Se não existe mãe (pai) ‘mal’, também não existe filho ‘ruim’ ou ‘errado’. O que há em todos os casos são espíritos que possuem uma personalidade específica e que interagem com determinados outros seres de acordo com a regência do carma de cada um.
Dessa forma, dentro do núcleo família da ilusão da materialidade cada um dos membros tem a sua personalidade pré-determinada que jamais será alterada. O ‘choque’ entre estas personalidades que acontece durante a encarnação como decorrência das diferenças existentes entre elas é pré-combinado ainda na erraticidade e serve como prova para todos os envolvidos.
"Pai Nosso original"
Postado por Kamadon
Este é o Pai Nosso original que Jesus pronunciava sempre antes dos seus sermões em Issa.
E esta gravado em uma pedra de mármore, nesta região!
Esta é a tradução mais verdadeira do Aramaico para o portugues, sem a interferencia da Igreja Catolica ou de qualquer outra religião!
Abwun d’bwashmaya
Nethqadash shmakh
Teytey malkuthakh
Nehwey tzevyanach aykanna d’bwashmaya aph b’arha.
Hawvlan lachma d’sunqanan yaomana.
Washboqlan khaubayn (wakhtahayn) aykana daph khnan shbwoqan l’khayyabayn.
Wela tahlan I’nesyuna
Ela patzan min bisha
Metol dilakhie malkutha wahayla wateshbukhta
l’ahlam almin.
Ameyn
"Pai-Mãe, respiração da Vida,
Fonte do som, Ação sem palavras, Criador do Cosmos!
Faça sua Luz brilhar dentro de nós, entre nós e fora de nós para que possamos torná-la útil.
Ajude-nos a seguir nosso caminho, respirando apenas o sentimento que emana do Senhor...
Nosso EU, no mesmo passo, possa estar com o Seu, para que caminhemos como Reis e Rainhas com todas as outras criaturas.
Que o Seu e o nosso desejo, sejam um só, em toda a Luz, assim como em todas as formas, em toda existência individual, assim como em todas as comunidades...
Faça-nos sentir a alma da Terra dentro de nós, pois, assim, sentiremos a Sabedoria que existe em tudo. Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iluda, e nos liberte de tudo aquilo que impede nosso crescimento...
Não nos deixe ser tomados pelo esquecimento de que o Senhor é o Poder e a Glória do mundo, a Canção que se renova de tempos em tempos e que a tudo embeleza. Possa o Seu amor ser o solo onde crescem nossas ações.
Que Assim Seja
Este é o Pai Nosso original que Jesus pronunciava sempre antes dos seus sermões em Issa.
E esta gravado em uma pedra de mármore, nesta região!
Esta é a tradução mais verdadeira do Aramaico para o portugues, sem a interferencia da Igreja Catolica ou de qualquer outra religião!
Abwun d’bwashmaya
Nethqadash shmakh
Teytey malkuthakh
Nehwey tzevyanach aykanna d’bwashmaya aph b’arha.
Hawvlan lachma d’sunqanan yaomana.
Washboqlan khaubayn (wakhtahayn) aykana daph khnan shbwoqan l’khayyabayn.
Wela tahlan I’nesyuna
Ela patzan min bisha
Metol dilakhie malkutha wahayla wateshbukhta
l’ahlam almin.
Ameyn
"Pai-Mãe, respiração da Vida,
Fonte do som, Ação sem palavras, Criador do Cosmos!
Faça sua Luz brilhar dentro de nós, entre nós e fora de nós para que possamos torná-la útil.
Ajude-nos a seguir nosso caminho, respirando apenas o sentimento que emana do Senhor...
Nosso EU, no mesmo passo, possa estar com o Seu, para que caminhemos como Reis e Rainhas com todas as outras criaturas.
Que o Seu e o nosso desejo, sejam um só, em toda a Luz, assim como em todas as formas, em toda existência individual, assim como em todas as comunidades...
Faça-nos sentir a alma da Terra dentro de nós, pois, assim, sentiremos a Sabedoria que existe em tudo. Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iluda, e nos liberte de tudo aquilo que impede nosso crescimento...
Não nos deixe ser tomados pelo esquecimento de que o Senhor é o Poder e a Glória do mundo, a Canção que se renova de tempos em tempos e que a tudo embeleza. Possa o Seu amor ser o solo onde crescem nossas ações.
Que Assim Seja
"Fim do mundo" na visao universalista.
Postado por Kamadon
Qual o sentido dos holocaustos?
Primeiro, precisamos entender o que é um holocausto: situação onde chega à termo a vida de centenas ou milhares de pessoas. Isso é um holocausto: quando muitas – uma quantidade imensa de pessoas – tem o termo da vida em uma determinada situação, os humanos chamam esta situação de holocaustos.
Este é o primeiro detalhe que devemos levar em conta. Mas há um segundo que precisamos compreender…
O que é a vida? Encarnação de um espírito para realizar provas. Estas provas são comandadas por Deus e têm a finalidade, vencendo-as, de levar o espírito a aproximar-se do Pai. Isso é o que vulgarmente vocês chamam de vida…
Este é um detalhe importante que nos leva à compreensão da segunda premissa necessária para compreender o tema holocausto: o que é morte? A partir do que afirmamos que é vida, poderíamos dizer que a morte é o fim da encarnação, o fim da provação, da etapa de provas de um espírito.
Isso é holocausto, vida e morte. Para que possamos falar de holocausto estas três verdades precisam estar presentes, senão ficaremos presos a uma visão materialista que nada resolve a nossa dúvida.
A partir delas, lhe dou a primeira resposta à sua pergunta: a razão de ser (sentido) do holocausto é servir como elemento da provação do espírito. Veja bem: se ele faz parte daquilo que vocês chamam de vida deve, portanto fazer parte da provação de determinados espíritos.
Agora, o que se busca com o holocausto? Se o sentido da vida é a realização de provações por parte do espírito para poder aproximar-se de Deus e se o holocausto é um dos acontecimentos possíveis numa existência carnal, o seu sentido é aproximar o espírito do Pai…
Esta é a razão da existência de um holocausto. Mas, vivê-lo apenas de nada adianta, pois não é apenas passando por estas situações que o espírito aproxima-se de Deus. Para que isso aconteça, é preciso que o ser universal humanizado supere as posses materiais durante os acontecimentos… Tudo que acontece numa existência carnal é uma provação onde sempre estará em jogo numa provação a respeito de uma posse.
Estas posses são de três formas:
* a posse moral – a posse da verdade, o saber, o conhecer, o achar que está certo…
* a posse sentimental, que acontece quando o espírito acredita que ama ou não algum elemento do Universo, seja material ou inteligente…
* e a posse de objetos materiais, de elementos materiais do mundo carnal ou espiritual…
Todas estas três possessões são questionadas em um holocausto, tanto para os que morrem como para aqueles que ficam e sabem dele ou tem pessoas conhecidas envolvidas. Esta posse é moral, porque os humanos acham que sabem que aquilo é errado; é sentimental, porque afirmam que não gostam que isso aconteça e é material, porque possuem a presença física do outro…
Portanto, muitos são os elementos que podem estar sendo objeto de provas durante um holocausto. É difícil dizer o que especificamente está em prova para cada um que participa ativa ou passivamente do ato como para aqueles que tem notícias do ocorrido. Mas, uma das provas eu tenho certeza absoluta que está presente para todos os envolvidos: o possuir a vida material. O querer estar vivo ou querer que o outro esteja vivo…
Querer a vida para si ou para os outros: esta é uma prova muito grande para o ser humanizado…
Porque por mais que um ser humanizado se diga espiritualista (acredite na existência de algo mais do que a carne), ninguém tem cem por cento de certeza da vida depois da morte. É por isso que os seres humanizados se apegam á vida material: não querem morrer…
O holocausto é uma prova para isso: para ver se você ama mais a Deus acima do próprio desejo de viver – e, por isso, permanece feliz mesmo com a morte – e se ama o próximo, não o criticando, julgando ou acusando de bárbaro ou assassino.
Então, de uma forma bem reduzida, porque poderíamos falar a respeito deste tema horas, é isso que está em jogo no holocausto: uma prova para o espírito. Uma provação de todas as possessões, mas em especial da posse da vida material: do desejo de continuar, ou que outros continuem, vivos.
O resto, os corpos mutilados, as pilhas de cadáveres, a destruição das coisas materiais, tudo isso é simplesmente ilusão, é simplesmente percepção, mais nada do que isso…
Participante: E o holocausto dos animais, segundo o Antigo Testamento.
A mesma coisa…
Para os seres humanizados os mesmos critérios acima descritos. Agora, para o animal, não: é limpeza de espécie…
Se os dinossauros não tivessem sido extintos, não poderiam ter começado a existir outras espécies. Portanto, o que aconteceu foi uma limpeza de espécie para novas formas de vida poderem surgir…
Qual o sentido dos holocaustos?
Primeiro, precisamos entender o que é um holocausto: situação onde chega à termo a vida de centenas ou milhares de pessoas. Isso é um holocausto: quando muitas – uma quantidade imensa de pessoas – tem o termo da vida em uma determinada situação, os humanos chamam esta situação de holocaustos.
Este é o primeiro detalhe que devemos levar em conta. Mas há um segundo que precisamos compreender…
O que é a vida? Encarnação de um espírito para realizar provas. Estas provas são comandadas por Deus e têm a finalidade, vencendo-as, de levar o espírito a aproximar-se do Pai. Isso é o que vulgarmente vocês chamam de vida…
Este é um detalhe importante que nos leva à compreensão da segunda premissa necessária para compreender o tema holocausto: o que é morte? A partir do que afirmamos que é vida, poderíamos dizer que a morte é o fim da encarnação, o fim da provação, da etapa de provas de um espírito.
Isso é holocausto, vida e morte. Para que possamos falar de holocausto estas três verdades precisam estar presentes, senão ficaremos presos a uma visão materialista que nada resolve a nossa dúvida.
A partir delas, lhe dou a primeira resposta à sua pergunta: a razão de ser (sentido) do holocausto é servir como elemento da provação do espírito. Veja bem: se ele faz parte daquilo que vocês chamam de vida deve, portanto fazer parte da provação de determinados espíritos.
Agora, o que se busca com o holocausto? Se o sentido da vida é a realização de provações por parte do espírito para poder aproximar-se de Deus e se o holocausto é um dos acontecimentos possíveis numa existência carnal, o seu sentido é aproximar o espírito do Pai…
Esta é a razão da existência de um holocausto. Mas, vivê-lo apenas de nada adianta, pois não é apenas passando por estas situações que o espírito aproxima-se de Deus. Para que isso aconteça, é preciso que o ser universal humanizado supere as posses materiais durante os acontecimentos… Tudo que acontece numa existência carnal é uma provação onde sempre estará em jogo numa provação a respeito de uma posse.
Estas posses são de três formas:
* a posse moral – a posse da verdade, o saber, o conhecer, o achar que está certo…
* a posse sentimental, que acontece quando o espírito acredita que ama ou não algum elemento do Universo, seja material ou inteligente…
* e a posse de objetos materiais, de elementos materiais do mundo carnal ou espiritual…
Todas estas três possessões são questionadas em um holocausto, tanto para os que morrem como para aqueles que ficam e sabem dele ou tem pessoas conhecidas envolvidas. Esta posse é moral, porque os humanos acham que sabem que aquilo é errado; é sentimental, porque afirmam que não gostam que isso aconteça e é material, porque possuem a presença física do outro…
Portanto, muitos são os elementos que podem estar sendo objeto de provas durante um holocausto. É difícil dizer o que especificamente está em prova para cada um que participa ativa ou passivamente do ato como para aqueles que tem notícias do ocorrido. Mas, uma das provas eu tenho certeza absoluta que está presente para todos os envolvidos: o possuir a vida material. O querer estar vivo ou querer que o outro esteja vivo…
Querer a vida para si ou para os outros: esta é uma prova muito grande para o ser humanizado…
Porque por mais que um ser humanizado se diga espiritualista (acredite na existência de algo mais do que a carne), ninguém tem cem por cento de certeza da vida depois da morte. É por isso que os seres humanizados se apegam á vida material: não querem morrer…
O holocausto é uma prova para isso: para ver se você ama mais a Deus acima do próprio desejo de viver – e, por isso, permanece feliz mesmo com a morte – e se ama o próximo, não o criticando, julgando ou acusando de bárbaro ou assassino.
Então, de uma forma bem reduzida, porque poderíamos falar a respeito deste tema horas, é isso que está em jogo no holocausto: uma prova para o espírito. Uma provação de todas as possessões, mas em especial da posse da vida material: do desejo de continuar, ou que outros continuem, vivos.
O resto, os corpos mutilados, as pilhas de cadáveres, a destruição das coisas materiais, tudo isso é simplesmente ilusão, é simplesmente percepção, mais nada do que isso…
Participante: E o holocausto dos animais, segundo o Antigo Testamento.
A mesma coisa…
Para os seres humanizados os mesmos critérios acima descritos. Agora, para o animal, não: é limpeza de espécie…
Se os dinossauros não tivessem sido extintos, não poderiam ter começado a existir outras espécies. Portanto, o que aconteceu foi uma limpeza de espécie para novas formas de vida poderem surgir…
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